​Informação Ministerial
Nosso Campo Missionário
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 Cleverson de Abreu Faria nasceu em 29 de setembro de 1975 em Faxinal, Paraná.

Cresceu com seus pais sendo conhecedores da Palavra de Deus, porém não eram praticantes da mesma, sendo que raramente iam à Igreja.

Quando tinha 11 anos foi convidado por um grupo de seminaristas para ir ao Clube Oanse (Curitiba – PR) onde ouviu o Evangelho pela primeira vez. Depois de varias visitas ao Clube Oanse, ele entendeu que era um pecador e que necessitava reconhecer a Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal, pedindo perdão por seus pecados e aceitando o dom gratuito da salvação. No próximo ano foi batizado e então começou a sentir que Deus o estava chamando para o ministério em tempo integral. Desde a sua adolescência já começou a assumir posição de liderança na igreja entre os jovens. Gradualmente tornou-se presidente da mocidade e passou a ser professor de escola dominical para os jovens, e quando necessário, também ensinava os adultos.

Quando concluiu o ensino médio, ele sabia que Deus o queria no Seminário para preparar-se melhor. Então, em obediência ao chamado divino, ingressou no Seminário Batista Regular do Sul, formando-se pelo mesmo como Bacharel em Teologia no ano de 2002. Trabalhou no mesmo Seminário por anos como Bibliotecário, e assistente pessoal de um dos professores. Recebeu a oportunidade de dar algumas aulas no mesmo. Foi neste período de Seminário, durante uma Conferência Missionária, que ele recebeu o chamado de Deus concernente a missões, entregando sua vida. Durante os anos de Seminário, ele sempre foi muito ativo na Igreja e da mesma forma, depois de sua graduação, tais como: presidente dos jovens, professor de escola dominical (jovens e adultos), coordenador de adolescentes, liderando a musica na Igreja, pregando nos cultos. Ajudou no estabelecimento de duas congregações que a Igreja iniciou. Da mesma forma, auxiliou outras três igrejas da região que estavam sem pastor de tempos em tempos.

Nos tempos de Seminário, conheceu sua futura esposa, Stefanie Pittman. Começaram a realizar o trabalho pratico do Seminário juntos, como discipulados, evangelismo, visitas, e começaram a namorar um ano depois.

Cleverson e Stefanie casaram-se em 28 de julho de 2007, em Salem Baptist Church, Winston Salem, North Carolina, EUA. Ambos foram abençoados com três filhos: Caleb (20/12/2008) e os gêmeos Tyler e Kyle (01/12/2011).

Atualmente, Cleverson é membro da Heritage Hills Baptist Church, em Winston Salem, Carolina do Norte, EUA. Foi ordenado como Ministro do Evangelho em 7 de fevereiro de 2009 por esta mesma Igreja e no momento esta trabalhando para terminar o seu mestrado na faculdade Maranatha Baptist University, em Wisconsin, EUA.

Os planos eram voltar ao Brasil como missionários. Em 2009, ele ingressou na Baptist Mid-Missions (BMM) porém, com o decorrer dos anos, Deus foi fechando as portas para o Brasil. Foi uma decisão difícil deixou o Brasil como campo missionário, mas Deus confortou o coração. Cleverson apresentava o projeto missionário nas Igrejas dos Estados Unidos, porém, não estava recebendo o suporte financeiro. Em setembro de 2013, após uma viagem missionária à República Dominicana, ele pode entender o motivo pelo qual as portas ao Brasil foram fechadas. Tudo o que ele havia planejado fazer no Brasil poderia ser feito lá na República (plantar igrejas, estabelecer um instituto bíblico, acampamento, evangelismo, discipulado). Então, em novembro, após orações, conselhos e a aprovação da Igreja, mudaram de missão, direcionando para Baptist Home Missions (BHM) e de campo missionário, República Dominicana. Em dezembro de 2013 iniciamos o processo de levantar sustento direcionado a República.

O povo de nossa Igreja esta realmente muito entusiasmado com o que Deus ira fazer no ministério na República Dominicana.





 Stefanie Pittman Faria nasceu em 26 de março de 1983 em Winston Salem, Carolina do Norte, EUA.

Seus pais, Steve e Georgianne Pittman, sentiram o chamado de Deus para trabalhar como missionários no Brasil e sua família mudou-se para nosso pais com ela tinha 5 anos. Cerca de um ano depois, ela estava na igreja e a professora das crianças começou a falar sobre céu e inferno. Então ela entendeu que era uma pecadora e que nada que ela pudesse fazer ou mesmo que seus pais pudessem fazer não iria salvá-la. Ela retornou para casa e naquela noite, seus pais mais uma vez explicaram que Jesus Cristo morreu para pagar a pena do pecado de cada um de nós e que ela precisava aceitar o dom gratuito da salvação. Naquela noite, ela aceitou a Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

Enquanto estava no campo missionário, Stefanie ajudou a seus pais como professora de Escola Dominical, musicas especiais na Igreja, evangelismo, discipulado, ajudando no berçário e em qualquer outro lugar que houvesse uma necessidade.

Ela estudou na Curitiba Baptist Academy, uma escola para filhos de missionários na cidade de Curitiba. Como a maioria dos filhos de missionários já tinha sua vida toda planejada. Ela planejada terminar o ensino médio e então retornar aos Estados Unidos para fazer a faculdade, casar e então retornar ao Brasil como uma missionária. Mas seus planos mudaram quando ela se formou no ensino médio em 2001 e começou a estudar no Seminário Batista Regular do Sul, em Curitiba. Ela começou a realizar o trabalho pratico com Cleverson e eles tornaram-se rapidamente muito amigos e com isso um ano depois começaram a namorar. No ano de 2002, ela retornou aos Estados Unidos e formou-se então em Bacharel em Artes em Bíblia com Concentração em Missões pelo Piedmont Bapitst Colege and Graduate School em 2005. Durante esse tempo que ela estava nos Estados Unidos, decidiram interromper o namoro, uma vez que a distancia entre ambos estava sendo um problema. No ano de 2006, durante uma viagem missionária de três semanas no Brasil, Stefanie e Cleverson passaram muito tempo juntos e entenderam que Deus estava trabalhando em suas vidas para retornarem o relacionamento, então, rapidamente noivaram e casaram-se em 28 de julho de 2007. Ambos foram abençoados com três filhos: Caleb (20/12/2008) e os gêmeos Tyler e Kyle (01/12/2011).

Stefanie e Cleverson são membros da Heritage Hills Baptist Church, onde o pai dela é o pastor. Ela ensina na escola dominical, trabalha no berçário, faz números especiais na área de musica e ajuda onde houver uma necessidade. Também foi secretária da Igreja até o ano de 2009 quando entregou a posição para iniciar o levantamento de sustento. No presente momento, atua como professora na escola da Igreja.
































República Dominicana - América Central - Ilha no Caribe

Capital: Santo Domingo de Guzman

População: 10,960,261 (out 2018 est.)

Puerto Plata: 286,558 (2012)

Puerto Plata Apelido: La Novia del Atlantico 

Area: 509.01 km2

Moeda: Peso Dominicano (R$ 1 = DP 12)

Independência: 27 de fevereiro de 1844

Governo: República Democrática

Língua Oficial: Espanhol

Religião Oficial: Católica Romana (95%), Outros (5%)

Etnicidade: mestiços 73%, brancos 16%, negros 11%

Foi a primeira colônia fundada por Cristovão Colombo.

Nos tempos coloniais recebeu o nome de "La Hispaniola".

Divide a Ilha com o Haiti.

O basebol é o esporte nacional.
























































Heritage Hills Baptist Church
1785 Pope Rd.
Winston-Salem, NC 27127
1-336-416-2568

Pr. Steve Pittman
Pr. Jennings O'Neil
Pr. Luke DeWald
Pr. Chris McMillan


www.HHBCWinston.com 



Cleverson e a Stefanie Faria são membros fiéis da Igreja Batista Heritage Hills e tem servido a Deus diligentemente em vários ministérios que incluem ensinar, fazer estudos Bíblicos e ajudar nos vários ministérios da Igreja.

Cleverson tem um excelente conhecimento da Palavra de Deus e de Teologia. A Stefanie é uma ótima professora com as crianças. Eles têm um coração para pessoas e usam os seus recursos para ajudarem a outros.

A Igreja Batista Heritage Hills reconhece o desejo e o chamado que o Cleverson tem pelo ministério, e depois de ser examinado pelo concilio, foi ordenado para o ministério do Evangelho. Os Farias tem evidenciado o chamado de Deus para missões em suas vidas e tem continuamente procurado seguir a liderança de Deus.

Eu pessoalmente fui para a República Dominicana com o Cleverson e vi a grande necessidade e como as portas estão abertas, como a seara está pronta e como tem tão poucos trabalhadores ali. Estou convencido da necessidade urgente para Cleverson, Stefanie, e seus filhos chegarem ao campo missionário e começarem o trabalho de plantar igrejas, um instituto Bíblico, aconselhamento e ensinamento de crianças em clubes bíblicos.

A Igreja Batista Heritage Hills votou unanimemente a recomendar os Farias para servirem como missionários e tem se comprometido a sustentá-los com $600,00 (dólares) por mês como a sua igreja enviadora. Estamos felizes de estarmos nessa parceria com os Farias sabendo que os presentes que ajudam os servos de Deus são “como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus” (Fp 4.18) e que quando ajudamos os Farias em oração e dádivas, muitos darão graças a Deus (2Co 1.11).

Os Farias são servos capazes que estão procurando seguir a liderança do Senhor para a República Dominicana.

Para se mudarem para aquele país, acreditamos que eles precisarão de pelo menos $3.000,00 (dólares) de sustento mensal. Vocês considerariam em oração se tornar um participante tanto em oração como em sustento financeiro?

Atenciosamente,

Pastor Luke DeWald



































Baptist World Mission
PO Box 2149
Decatur, Alabama 35602
1-256-353-2221

www.BaptistWorldMission.org









As Escrituras

Inspiração, Canonicidade e Autoridade
Cada palavra das Escrituras é inspirada, ou seja, literalmente soprada por Deus (Theopneustos). Portanto, a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, a qual foi escrita por homens divinamente inspirados pelo Espírito Santo, preservando, porém, seus estilos, características pessoais, culturas ou sentimentos pessoais (2Pe 1.20-21; 2Tm 3.16-17). A Inspiração da Bíblia é Verbal, Plenária, Inerrante e Infalivel: (Sl 138.2; Mt 4.4; 5.18; 22.32; 1Co 2.13); (2Tm 3.16-17; 1Co 2.13); (Mt 5.18; Jo 10.35). As Escrituras são compostas de 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. A própria Bíblia autentica a si mesma. A Bíblia está completa, portanto não temos necessidade de outras revelações (Ap. 22.18-19). Todos os registros bíblicos são verdadeiros (Jo 17.17). A Bíblia é a única autoridade em tudo que declara (Dt 29.29) e a única regra de fé e prática para a vida (Is 8.20; Fp 1.27; Cl 1.10).




A Divindade

1. Trindade
A Bíblia ensina que existe um só Deus, que em substância e natureza é um, único, indivisível e sem similar, mas que é também três pessoas (o Pai, o Filho e o Espírito Santo) eternamente: co-iguais, inter-existentes; inter-constituídas; inter-relacionadas; não separáveis mas não confundíveis; em perfeita união e comunhão; as mesmas em substância mas distintas em subsistência. (Dt 4:35; 6.4; Is 43:10; 44:6-8; 45:5-6; 46:9; Mc 10:18; 12:29; Ef 4:4-6; 1Tm 2:5; Tg 2:19). A Bíblia nos ensina que Deus Pai, Filho e Espirito Santo tem os mesmos atributos (Sl 90.2; Ap 1.8; Hb 9.14; 1Pe 1.5; 2Co 12.9; Rm 15.19; Jr 17.10; Ap 2.23; 1Co 2.11; Jr 23.24; Mt 18.20; Sl 139.7; Ap 15.4; At 3.14; Sl 51.11; Jo 7.28; Ap 3.7; 1Jo 5.6; Rm 2.4; Ef 5.25; Ne 9.20).
A Melhor Prova Bíblica: Observe a passagem clássica em Isaías 6. Mesma cena, mas atribuídos a cada Pessoa da trindade. A) O Ser a Quem é dirigido a adoração é o “Senhor dos Exércitos”, o Pai. B) Mas em João 12.41 em manifesta referência a esta transação diz sobre a glória dele (de Cristo). Portanto, temos também o Filho, cuja glória nesta ocasião o profeta disse ter visto. C) Em Atos 28.25, Paulo diz que as Palavras foram proferidas pelo Espírito Santo. As palavras deste versículo, Isaías declara que foram ditas na mesma ocasião pelo “Senhor dos Exércitos” (Is 6.9).


2. Deus Pai (Pessoa e Trabalho) 
As Escrituras ensinam a existência de um só Deus (Ex 20.2-3; Dt 6.4; 1Co 8.6; Ef 4.6). Deus é um espírito infinito e perfeito em Quem todas as coisas tem sua origem, sustentação e fim (Jo 4:24; Ne 9:6; Ap l:8,17; Is 48:12). Deus e Espirito, Infinito-Imutável em seu: ser, sabedoria, poder, santidade, bondade e verdade. Ele Se revela em Três Pessoas distintas: Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo (2Co 13.13; 1Co 12.4-6; Mt 28.19). Amor: a perfeição da natureza divina através do qual Ele é compelido a Se comunicar; é o atributo de Deus a dar a Si mesmo e em buscar o melhor para Sua criatura. A grande prova do Seu amor foi em dar Seu Filho para morrer pelo pecado de toda a humanidade (Jo 3.16; Rm 5.8; Mt 5.44-45; 1Co 13.11; 1Jo 3.16; 4.8,16). Misericórdia: é a compaixão que Deus tem para com o homem em não emitir a pena merecida pelo pecado. A bondade de Deus é demonstrada para com aqueles que se encontram na miséria ou na desgraça, independente dos seus méritos (Dt 4.31; 5.10; 1Cr 16.34; Ed 3.11; Sl 57.10; 86.15; 103.8; 145.8; Lm 3.22-23; Na 1.3; Rm 11.30-31; Ef 2.4; Tg 5.11). Graça: é o favor imerecido de Deus aos homens, o qual dá ao pecador toda a bondade que ele não merece receber (Ex.33:19; Sl 62.12; Ef 2.8-10; Rm 3.24; 11.30-31; Tt 2.11-12; 3.4-7; 1Pe 4.10; Gl 3.13; Jo 5.24).


3. Deus Filho (Pessoa e Trabalho) 
Jesus é o Cristo, o Filho do Deus Vivo, Deus verdadeiro e verdadeiro Deus (Jo 20.28; Tt 2.13), o Deus encarnado (Is 7.14; Mt 1.23; Jo 1.1,2,14), a manifestação visível de Deus (Jo 1.14). Possui perfeita deidade e perfeita humanidade (Fp 2.5-8; 1Tm 2.5). Ele é a Segunda Pessoa da Trindade Divina; sempre existiu e é de igual essência com o Pai e com o Espírito Santo (Jo 10.30; 17.5,22-23). O propósito da Encarnação foi a Expiação (Mc 10:45; Hb 2:9,14; 9:26; 1Jo 3:5)! A expiação é: Suficiente para todos (Jo 1:29; 1Tm 2:6; 4:10; Hb 2:9; 1Jo 2:2). Eficaz para salvação de todos que crêem (Jo 1:12). Eficaz para juízo de todos que permanecerem na incredulidade (Jo 3:18; 16:9). A morte de Cristo foi: Planejada (pré-determinada, pré-decretada ou resolvida com antecedência – At 2.23; Gl 4:4-5; 1Pe 1:18-20; Ap 13:8). Profética (para cumprir cada profecia Sl 69; Sl 22; Is 53; Lc 24:25-27). Voluntária (decisão própria – Jo 10.11,17-18; Gl 2.20). Vicária (Substitutiva, Mundo inteiro Jo 1:29; 3:16; 1Tm 2:6; 4:10; Tt 2:11; 2Pe 2:1; 3:9; 1Jo 2:2; cada homem Is 53.4-6; 1Pe 2.24; Hb 2:9, pecadores Rm 5:6-8; 1Tm 1:15; 1Pe 3:18; em favor de outros – 1Pe 3.18). Expiatória (cobrindo, pagando a pena, satisfazendo a justiça Is 53:4-6; Gl 3.13). Propiciatória (Deus Satisfeito, tornando favorável, paga a pena e leva a Deus Lv 4:35; Sl 51:9; Is 38:17; 53:8,10-12; Mq 7:19; Rm 1:2; 3:25-26; 1Jo 2:2; 4.10). Sacrificial (holocausto, infinito e definitivo, pelo pecado Ex 12:13,23; Is 53:10; 1Co 5:7; Hb 9:14). Redentora (trouxe a liberdade através do pagamento de um preço – o sangue de Cristo - Mt 20:28; Lc 1:68; Gl 3:13; 4:4-5; Hb 9:12; Gl 4.4-5; 1Co 6.19-20. É indispensável para nossa salvação Jo 3:14-15; 12:24.). Cristo ressuscitou corporalmente ao terceiro dia, este fato foi testemunhado por muitos (At 1:3; 2:14,22-24; 17:31; 1Co 15:4-8). Seu retorno é iminente (1Ts 5.2), pré-tribulacional (1Ts 1.10; Ap 3.10) e pré-milenial (Ap 19; 20).


4. Deus Espírito Santo (Pessoa e Trabalho) 
O Espírito Santo é uma Pessoa divina, a Terceira Pessoa da Trindade, possui a essência com Deus Pai e com Deus Filho, e todos atributos da divindade. Ele procede do Pai (Jo 15.26) e do Filho (Gl 4.6; Jo 16.7). O Espírito Santo é Um com Deus, fazendo parte da Divindade, Co-igual, Co-eterno com o Pai e com o Filho (Mt 28:19; Jr 31:31-34 com Hb 10:15–17). , Ele é o Agente de Deus em todas as obras de Deus (Jó 33:4; Sl 104:29,30; Is 40:7; Lc 1:35; At 10:38). Testifica-lhe sobre Jesus (Jo 15.26; 16.14; At 5.30-32); Convence-os do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8-11); Regeneração (Tt 3.5; Jo 3.3-7; 6.63; Ef 5.25-26; 1Pe 1.23). Em Relação ao Crente: dá garantia da salvação (Rm 8:16; 2Co 1:22; Ef 1:14); Regenera (Jo 3.3-6; Tt 3.5; 1Pe 1.23); Batiza no corpo de Cristo (1Co 12.12-13; Jo 1.32-34; 3.6-8; At 1.5); Habita no crente (1Co 6.15-19; 1Co 3.16; Rm 8.9); Sela (Ef 1.13-14; 4.30); Proporciona segurança (Rm 8.14-16; 1Co 1.22); Fortalece (Ef 3.16); Enche (Ef 5.18-20; At 4.8,31; 13.9-10; Lc 1:15,41,67-68; 4:1; Jo 7:38-39); Liberta (Rm 8.2; Gl 5.13-16); Guia (Rm 8.14; At 13.2,4; 8.27-29); Equipa o crente para o trabalho cristão: ilumina (1Co 2.12,14) instrui (Jo 16.13,14) capacita (1Ts 1.5; At 1.8; 1Co 2.1-5); Produz frutos do Espírito (Gl 5.22-23); Possibilita a Comunhão com Deus (Jd 20; Ef 6.18; Rm 8.26-27; Fl 3:3; At 2:11; Ef 5:18-20); Vivificará seus corpos (Rm 8.11,23). Ele é O Autor Autor e Inspirador dos escritores da Escritura (2Pe 1.20-21; 2Tm 3.16); sendo o Intérprete das Escrituras (Ef 1.17; 1Co 2.9-14; Jo 16.14-16).


Criação

Deus criou todas as coisas, visíveis e invisíveis (Cl 1.16). Deus criou os céus e a terra (Gn 1.1). Deus criou o homem, Adão, do pó da terra de forma completamente especial (Gn 2.7). Deus preserva, mantém e sustém tudo o que Ele trouxe à existência, sendo que nEle todas as coisas consistem (Cl 1.17; Sl 36.6; Pv 2.8; Ne 9.6; 1Co 8.6). Jesus Cristo criou o universo (Jo 1.3, 10; 1Co 8.6; Cl 1.16; Hb 1.2, 10) e o Espírito Santo criou o universo (Gn 1;2; Jó 33.4; Sl 104.30). O universo foi criado em 6 dias literais (Gn 2.1). O primeiro ato da criação de Deus refere-se ao passado sem datas.

Homem (Criação, Queda e Destino)
O homem foi criado por Deus, na sua imagem e semelhança (Gn 1.26-27; 5.1; 9.6; Tg 3.7). Deus Criou o homem, do nada, de forma imediata (Gn 1:27; 5:1; Dt 4:32; Is 45:12; 1Co 11:9); Recebendo vida através do sopro de Deus, e sua constituição física formada do pó da terra (Gn 1.26; 2.7,22; Jó 33.4-5; Sl 100.3; Ec 12.7; 1Tm 2.13). O nome do pecado de Adão foi “desobediência”, ou seja, transgressão voluntária à ordem divina (Gn 3.6; 1Tm 2.14; Rm 5.12-16). Por causa da desobediência de Adão, toda a raça humana ficou presa à escravidão do pecado e à condenação merecida conseqüente do mesmo. No ato de Adão está a origem da natureza pecaminosa de todo homem (Gn 3.1-19; Rm 3.11-18; 5.12-19; 6.23; 1Co 15.22; 1Tm 2.14). Destino do Homem: para todo aquele que aceitar a Jesus Cristo como Senhor e Salvador, a eternidade com Deus (Jo 1.12; 3.16,36; Rm 8.34-39; 10.9-10; Ef 2.8-9; Tt 3.5-7). Para o incrédulo, todo aquele que rejeitar a Jesus Cristo, o lago de fogo, a segunda morte, separação eterna de Deus (Mt 25.41; Ap 20.11-15; 21.8; Lc 16.20-31; 2Pe 2.9).


Pecado (Origem, Extensão e Efeito)
O pecado teve origem no coração de Lúcifer (Ez 28.11-19; Is 14.12-14). Na humanidade: foi transmitido à raça humana por Adão (Rm 5.12) como conseqüência de sua desobediência à lei de Deus. As Escrituras ensinam que o pecado se alastrou por toda a criação de Deus: os céus (Is 14:12-15; Ef 6:11-12), a Terra (Gn 3.16-19; 9.1-3; Is 55.13; Rm 8.19-23), atingindo até as regiões celestes (Ef 6.11-12; Jó 1.6; 2.1), e em especial toda a humanidade (Sl 14.1-3; Ec 7.20; Rm 3.10,23; 7.13-24; Is 53.6; Ef 2.3; Tt 3.3; 1Jo 1.8-10). Efeito do pecado: Atingiu todo o universo: (Rm 8.19-23; Gn 3.17-18. Desfigurou a imagem divina no homem: (Gn 9.6; Tg 3.9); O homem já nasce pecador: (Sl 51.5); A depravação total: (Is 64.6; Jr 17.9; Rm 3.23; Ef 2.1-3); O castigo por causa do pecado: morte física (Gn 3.9; 2.17; 3.19; Nm 16.29; 27.3; Sl 90.7-11; Rm 5.12-17; 6.9-10; 8.10-11).Morte espiritual (Rm. 6.23; 5.21; Ef 2.1,5). Morte eterna (Ap 20.14-15).


Anjos (Estado original, Atividade e Destino)

Cristo ensinou a existência dos anjos (Mt 18:10; 26:53). São seres espirituais criados por Deus, portanto não existem desde a eternidade (Ne 9:6; Sl 148:2; Cl 1:16; Jó 38:4-7; Gn.1:1; 2:1). São os agentes especiais de Deus, com características de personalidade: intelecto, emoções e vontade (Dn 10:14; Ne 9.6; Sl 148.2-5; Jó 38.4-7; Is 14:13-14). Anjo significa “mensageiro”. Eles são sempre referidos através do gênero masculino. Os anjos não existem desde o princípio, por isso não são eternos, mas sim, seres espirituais, criados por Deus em um estado de santidade (Ne. 9.6; Sl 148.2-5; Cl 1.16; Jó 38:4-7; Gn.1:1; 2:1; Jd 6).

1. Satanás
Satanás é um ser pessoal, um anjo, criado em perfeição por Deus. Possui todas as características e natureza física dos anjos, diferenciando-se dos mesmos em seu caráter (Ez 28.12-15). Um ser espiritual (Ef 6:11,12). Foi um Querubim (Ez 28:14). O ser angelical mais elevado (Ez 28:12). Seu pecado foi a soberba (1Tm 3.6). Seu orgulho e anseio de ser igual a Deus, levou-o a se rebelar contra Deus levando consigo muitos anjos (Is 14.12-17; Ez 28.11-19). Originou o Pecado (Gn 3.1-13; Ez 28.15; Jo 8.44; 2Co 11.3; 1Jo 3.8; Ap 12.9; 20.10). Ilude os Homens (2Tm 2.26). Cega-lhes o Entendimento (2Co 4.4). Causa Sofrimento aos homens (Lc 13.6; At 10.38). Produz obreiros da Iniqüidade (Mt 13.25,38-39). Opõe-se aos servos de Deus (Zc 3.1; 1Ts 2.18). Rouba-lhes a Palavra dos seus corações (Lc 8:12; Mc 4.15). Acusa os Salvos (Jó 1.6-11; Ap 12.9-10). Tenta os crentes para mentirem (At 5.3). Acusa e calunia os crentes (Ap 12:10). Pode impedir o trabalho de um salvo (1Ts 2:18). Tenta derrotar-nos através de demônios (Ef 6:12). Tenta-nos para a imoralidade (1Co 7:5). Semeia falsificadores entre os crentes (Mt 13:38-39). Incita perseguição contra os crentes (Ap 2:10). Tem o poder da morte (Hb 2.14). Dará energia ao Anticristo (2Ts 2.9-10). Seu Destino: Terá barrado totalmente o acesso ao Céu durante [a partir da metade de] a Septuagésima Semana de Daniel (Ap 12:7-13). Será confinado no abismo durante o reino milenar (Ap 20:2). Será, finalmente, lançado no lago de fogo, seu destino final (Mt 25.41; Jd 6; Ap 20.10).

2. Demônios
Estes são os anjos caídos. Uma parte deles está aprisionada no Tartaroo, uma parte dos demônios está temporariamente confinada (Ap 9:14; Lc 8:28-31) e a outra parte está servindo a Satanás em sua obra maligna. Em hipótese alguma podem se apossar de crentes (1Jo 5.18). Existindo entre eles diferentes ordens, tais quais, os anjos bons (Ef 6.11-12). São os anjos que caíram juntamente com Lúcifer, e têm essas atividades: Atrapalhar, opor-se e colocar obstáculos aos propósitos de Deus (Zc 3.1; Dn 10.10-14); Afligir o povo de Deus (2Co 12.7; Lc 13.16; Mt 8.16; Ef. 6.11-12); Executar a vontade de Satanás (Mt 25.41; 12.26-27). Todos os demônios serão lançados com Satanás no Lago de Fogo, para sempre (Mt 25.41 e Ap 20.10).


Eclesiologia

Jesus Cristo é o Senhor da igreja e os membros estão sujeitas a Ele (Ef 5.24). Todos os crentes pertencem à Igreja Universal, não importa a que igreja pertença (Ef 1.22-23), portanto, A Igreja Universal é o organismo espiritual, composta de todos os crentes salvos, regenerados, desde o Pentecostes até o Arrebatamento, tendo Jesus Cristo como o cabeça (Ef 5.25-27; 1Pe 1.3; 1Co 12.12-13; Mt 16.16-18).


1. A Igreja Local
Como organização é um grupo de crentes professos, regenerados, salvos e batizados por imersão em nome de Jesus Cristo que congregam juntos com o objetivo de glorificar e fazer a vontade de Deus através da evangelização do mundo, purificar a si mesma e a edificação dos santos (At 2.41-42; 16.5; Mt 18.17; Rm 12.4-5; Cl 1.18; 1Co 12.12-27; Ef 5.26-27).


2. Seus Oficiais: Qualificações e Responsabilidades
a)Pastor: também chamados de presbíteros, anciãos, bispos e guias (At 20.28; Ef 4.11; 1Tm 3.1-8; Tt 1.6-9; Hb 13.17; 1Pe 5.1-4), sendo seus deveres: cuidar ou supervisionar (1Tm 3.1); ensinar, presidir ou governar (1Tm 5.17); defender e preservar a sã doutrina (Tt 1.9); pastorear o rebanho (At 20.28); cuidar do ministerio, incluindo as finanças da Igreja (At 11.30). Suas qualificações estão em 1Tm 3.1-8; Tt 1.5-9).
b)Diáconos: esta palavra significa literalmente servos; suas qualificações estão em At 6.1-6 e 1Tm 3.8-13. Tinham como deveres auxiliar os pastores, quer na parte material especialmente, mas também na parte espiritual. Deveriam promover a paz e a união no seio da igreja local, bem como o bem-estar dos crentes (At 6.1-6).


3. Sua Missão no Mundo
O propósito de cada igreja local é glorificar a Deus e fazer a vontade de Deus (Rm 15.6, 9; Ef 1.5-6,12,14,18; 3.20-21; 2Ts 1.12; 1Pe 4.11). Evangelizar o mundo; edificar os Santos, produzindo crentes maduros; cuidar das necessidades dos seus membros; praticar boas obras no mundo (1Tm 5; Gl 6.10).


4. Ordenanças
a)Batismo por imersão (Rm 6.1-4; Cl 2.12; 1Pe 3.21; Mt 28.19-20; 3.16; Jo 3.23; At 2.41-42; 8.12,35-39; 9.18; 10.48; 16.15,33; 18.8);
b)Ceia do Senhor (1Co 11.17-34; Mt 26.26-30; At 2.42).


5. Sua Relação com o Estado 
Cada crente deve respeitar, apoiar e obedecer as autoridades civis, até o ponto em que elas não violem princípios bíblicos (At 4.19; 5.29; Rm 13.1-7). O objetivo da igreja é espiritual e não político (Mt 22.21).


Salvação

a. Salvação
A Bíblia deixa claro que a salvação é pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo e não por obras (Ef 2:8-9; Mt 16:26; Rm 3:24-26,28, 4:5, 5:1; 6.23; Gl 3:11,24; Tt 3:5-7), portanto, o Senhor Jesus Cristo é o único e exclusivo caminho que conduz para a vida eterna (Jo 14.6; At 4.12; 2Tm 2.5; Rm 10.9-10). E diz que somente os que crêem em Jesus Cristo tornam-se filhos de Deus (Jo 1:12-13; Rm 8:14-16; Gl 3:26, 4:5-7; Ef 5:8; 1Jo 3:1,10), sendo assim salvos; e que, uma vez salvos, para sempre salvos! (Jo 6:47). O sangue de Cristo é a única forma pela qual alcançamos a completa redenção e, pelos méritos dEle (e não pelos nossos), somos justificados diante de Deus (Ef 1:7; At 5:31, 13:38, 26:18; Rm 3:24-25, 28; 2Co 5:21; Gl 2:16, 3:24; Cl 1:14; Hb 9:11-15, 10:18; 1Tm 2:6; 1Pe 1:18-19; 1Jo 1:7; Ap 1:5). As Escrituras registram que a salvação sempre foi pela fé, inclusive nos tempos do Velho Testamento, pois aquelas pessoas não foram salvas à parte do evangelho, mas, tiveram seus pecados perdoados pela fé no Messias que viria (Gn 5:24; 2 Sm 12:23; Sl 16:11, 17:15, 23:6; Ec 12:7; Lc 9:30-31; Jo 8:56; Rm 3:30, 4:1-23; Gl 3:8; 1 Co 10:1-4; Hb 11).

b. Regeneração
A regeneração é uma mudança radical, operada pelo Espírito Santo na alma humana ou na própria pessoa, por meio do Evangelho, e na qual a disposição moral do homem se torna semelhante a de Deus, tornando-se o homem unido com Jesus Cristo. O Espírito Santo é O Autor da regeneração. Paulo nos ensina a necessidade da regeneração devido ao homem natural ser morto em seus delitos e pecados e que o homem regenerado é vivificado por Jesus Cristo (Ef 2.1-3; 2Co 5.17). As Escrituras afirmam a necessidade da regeneração (Jo 3.3; 1Co 2.14; Gl 6.15; Jr 13.23; Rm 3.11; Ef 2.3,4). A regeneração é um ato instantâneo, acontece uma única vez na vida, portanto não é um processo. O Espírito Santo é o agente pelo meio do qual a regeneração se opera, tendo como meio o poder do Evangelho. É somente o Espírito Santo quem pode regenerar a alma, Ele é a própria causa da regeneração (Ez 11.19; Jo 1.13; At 16.14; Rm 9.16; Fp 2.13).


c. Justificação
É um ato judicial de Deus no qual Ele declara justo, sobre a base da justiça de Jesus Cristo que todas as demandas da lei estão satisfeitas com respeito ao pecador. A pessoa culpada fica isenta da punição merecida por causa da morte substitutiva de Jesus Cristo. Os que são justificados tem “paz com Deus”, “Segurança da salvação” (Rm 5.1-10) e uma herança entre os que são santificados (At 26.18). Portanto, trata-se de um ato divino (Rm 8.33); ela vem pela fé, independentemente das obras (At 15.1; Rm 3.28); ela é imputada, lançada na conta (Rm 3.22); é conferida ao homem mediante a expiação pelo sangue de Cristo (Rm 5.9); ela produz a bem-aventurança espiritual (Rm 4.6-8); ela estabelece a paz com Deus (Rm 5.1).


d. Redenção
Tem um triplo significado: 1) pagar o preço do resgate por alguma coisa ou por alguém (Hb 9:12); 2) remover de um mercado de escravos (Gl 3:13); 3) efetivar um completo livramento de um escravo ou prisioneiro, dando liberdade perfeita e definitiva (Rm 8:22-23; 3:24; 1Cor 1:30; Ef 1:14; 4:30; Cl 1:14; Ef 1:7). O apóstolo Paulo nos ensina que Cristo se tornou a nossa redenção (1Co 1.30). Diz que redenção mediante o sangue de Cristo é a remissão dos pecados (Ef 1.7; Cl 1.14). De acordo com os seus ensinos, Cristo é o agente da redenção (Rm 3.24), realizado por meio da encarnação (Jo 1.12-14). A redenção é apresentada no aspecto passado, pois o resgate já foi pago na Cruz por Cristo. A compra já fora feita pelo sangue. Paulo nos ensina que aquele que confia no sangue de Cristo é redimido (Rm 3.24,25), com isso é libertado da condenação, bem como da pena do pecado (Rm 8.1). Há também o aspecto presente, no qual o crente é libertado do poder do pecado (Rm 6.14), outro lugar no qual o apóstolo Paulo nos ensina que recebemos a redenção da vida, ou libertação do poder do pecado está em Tito 2.14. Por último, a redenção no futuro, onde o corpo do crente é redimido, completando assim o redenção (Rm 8.23), isso acontecerá na segunda vinda de Cristo (1Co 15.52; Fp 3.21).

e. Fé
É uma mudança sincera de toda a vontade, na mente do pecador, induzindo-o a voltar-se para o Salvador; é confiar absolutamente, de todo o coração (Hb 11:1-2); é repousar perfeita, total e unicamente sobre o Salvador; é acompanhada de real mudança interna, de obediência (Tg 2:14-26); é aceitá-lo como único e suficiente Salvador e Senhor pessoal (Jo 1.12; 5.24; Rm 1.16; 5.1; 10.17; Ef 2.8; Hb 11.1,6). “A certeza das coisas que se esperam e convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11.1). Tanto a fé quanto o arrependimento são outorgados por Deus (At 11.18; Rm 12.3).


f. Arrependimento
É uma mudança de direção. Ato pelo qual a pessoa reconhece o seu pecado e o abandona, dando as costas ao pecado e confessando-o a Deus. Não é uma mera dor ou remorso, pois não existe fé nem esperança, nem salvação no remorso. O arrependimento produz o fruto de uma transformação no pensar e no agir (Pv 28.13; Sl 32.2-5; Mt 21.29-32; Lc 15.18-20; At 2:37-41; 2Co 7:10; 1Ts 1:9).


g. Graça
É o favor imerecido de Deus aos homens, o qual dá ao pecador toda a bondade que ele não merece receber (Ex.33:19; Sl 62.12; Ef 2.8-10; Rm 3.24; 11.30-31; Tt 2.11-12; 3.4-7; 1Pe 4.10; Gl 3.13; Jo 5.24).


h. Expiação - Propiciação
A necessidade da expiação é evidenciada por três coisas: 1) a universalidade do pecado (1Rs 8.46; Sl 14.3; Ec 7.20; Rm 3.23); 2) a seriedade do pecado (Hc 1.13; Is 59.2; Pv 15.29; Mc 14.21; Cl 1.21; Hb 10.27); 3) a incapacidade do homem em resolver o problema do pecado (Nm 32.23; Sl 20.9; Rm 3.20; Cl 3.16). Por propiciação queremos dizer que Cristo satisfez completamente as justas exigências de um Deus santo quanto ao julgamento do pecado, com a Sua morte na cruz do calvário. A extensão da obra propiciatória de Cristo é de caráter universal, ou seja, pelo mundo todo, e o apóstolo Paulo nos ensina que a base para tal propiciação é o Seu sangue que fora derramado (Rm 3.25). A propiciação é suficiente e disponível para todos, mas é efetiva só para os que crerem e receberem Cristo.


i. Imputação
Imputação é o ato de Deus através do qual Ele atribui justiça ao crente em Cristo, que assumiu os pecados do crente para vindicar a lei. Consiste na atribuição de culpa ou de mérito a uma pessoa, com base na culpa ou mérito de outrem. Verificamos que assim como a fé foi de Abraão lhe foi considerada como justiça, assim também a fé do crente lhe é imputada como justiça (Rm 4.3; 6.9,11,22; Gl 3.6). Deus não imputa pecado ao indivíduo, mas sim, perdoa o seu pecado e o considera como justo por causa de Cristo (Rm 4.7; 2Co 5.19). envolve também a comunicação do divino poder transformador. Imputar é atribuir vicariamente. O pecado nos fora imputado em virtude do primeiro Adão (Gn 3; Rm 5.12-21; 1Co 15.21), da mesma forma, a justiça e a retidão nos são imputados por meio do segundo Adão, que é Cristo (Rm 5.18). O pecado do homem é imputado a Cristo, o que fez com que Ele levasse sobre Si o pecado do homem, para que Deus julgasse nEle o pecado do homem (2Co 5.21; Gl 3.13).


j. Perdão
Nas Escrituras, perdão significa: mandar embora, ou, separar o pecado do pecador, um cancelamento da dívida ou obrigação. No momento da justificação, o pecador recebe o perdão de Deus (Ef 1.7). Nossos pecados foram transportados por Cristo e colocados na sua conta. Cada pessoa que reconhece que ele é um pecador e aceita Jesus Cristo como Senhor e Salvador recebe o perdão dos pecados (1Pe 2.24; Rm 10.9-10; 4.7; 2Co 5.19). Os pecados do crente justificado interrompem sua comunhão com Deus (1Jo 1.6-9; 2:2).


k. Santificação
A santificação é tanto um ato como processo no qual o crente torna-se santo e puro, esta é a nossa posição em Cristo, santos ou santificados (1Pe 2.9; 1Co 1.2); é aqui que o crente alcança o alvo que Deus tinha em vista quando o regenerou; nossa salvação é desenvolvida pelo poder Deus em santificação (Fp 3.7-14; 2.12,13). Santificação envolve a separação do pecado e a separação para Deus. Os tempos da santificação são: 1) no passado: ato inicial da santificação, a santificação posicional. Esta separação do pecado para Deus é a partir da conversão, é definitiva e incapaz de ser perdida, é ato [instantâneo] judicial e legal, é de Deus (Hb 10.10,14; Jd 1; Ef 4.24); 2) no presente: processo da santificação, a santificação experimental. Esta separação do pecado para Deus é progressiva; é processo para toda a presente vida e só chegará à completa fruição quando nos reunirmos a Ele; o homem tem parte e deve se esforçar neste processo (Rm 12.1,2); 3) no futuro: a santificação completa e final (Rm 8.29; Ef 5.25-27; 1Jo 3.1-3).. A completa e final conformação do crente a Cristo espera a reunião do servo ao Senhor (quer na morte Hb 12.22-23 ou no Arrebatamento 1Ts 3.13; 1Jo 3.2; 1Co 15.51-53; 1Ts 4.16-17; Hb 9:28; Jd 21). Depois, não mais haverá possibilidade alguma de pecarmos (Ap 21.27; 1Jo 3.2; Is 65.17,22; 51.16; 2Pe 3.10-13; Ap 21.1-2; 22.4,11). No Arrebatamento, nosso corpo será glorificado (Rm 8.23; Fp 3.20-21) e se tornará perfeito instrumento de obediência a Deus. A perspectiva desta completa conformação à imagem de Cristo deve nos impelir a nos desfazermos de todas as coisas profanas das nossa vidas (1Jo 3.2-3).


l. Batismo do Espírito
Todo aquele que aceita Jesus Cristo como Senhor e Salvador é batizado pelo Espírito Santo. A única condição é a fé em Jesus Cristo (At. 10.44; 11.15-18). Cada pecador que confessa seus pecados e aceita Jesus Cristo nasceu do Espírito (Jo 3.3-6; 1Jo 5.1) e o Espírito habita nele e seu corpo se torna o templo do Espírito Santo (1Co 6:19; Rm 8.9-15; Gl 4.6; 1Jo 2.27) tendo sido batizado pelo Espírito Santo (1Co 12.12-13; 1Jo 2.20, 27). Batismo do Espírito Santo é a salvação, e isto ocorre uma vez na vida.


m. Segurança Eterna
Aqueles que aceitaram verdadeiramente Jesus Cristo e foram justificados mediante a fé, não podem perder a sua Salvação; nunca perderão a sua posição de filhos e herdeiros da vida eterna alcançadas mediante a adoção de filhos (Jo 1.12; 3.16; 5.24; 10.28-30; Rm 8.35-39; 11.29; 1Jo 5.10-13).


n. Apostasia
É o abandono deliberado da verdadeira fé (2Tm 3.1). É uma afirmação de homens que conhecem a Deus, no entanto, eles negam por suas ações (Tt 1.16). É quando uma pessoa não permanece na doutrina de Cristo (2Jo 9). Ela é resultado de uma pessoa que não suporta a doutrina sagrada (2Tm 4.3). É quando uma pessoa abandona o verdadeiro caminho (2Pe 2.15). É quando uma pessoa se afasta dos Santos mandamentos de Deus (2Pe 2.21).


o. Glorificação
O futuro recebimento de absoluta e definitiva perfeição (física + mental + espiritual) por todos os crentes (Rm 8.22-23; 1Co 15.41-44,51-55; 2Co 5.1-4; 4.14-18; Jd 24-25). O tempo da glorificação: começará no Arrebatamento e continuará através de toda a eternidade (1Co 15.51-53; 1Ts 4.13-18). : O corpo glorificado, do crente, será: 1) Como o de Cristo (1Co 15.49; Fp 3.21; 1Jo 3.2); 2) De carne e osso (1Co 15.50). Nosso corpo será como o de Cristo ressurreto. Na encarnação, Cristo tomou carne e sangue (Hb 2.14); mas, depois de ressurreto, só diz ter carne e ossos, sem mencionar sangue (Lc 24.39)! Portanto, tudo indica que não teremos sangue;.3) Reconhecível (1Co 13.12). Foram fácil e imediatamente reconhecidos depois de mortos (mesmo sem a ajuda de fotografias, pinturas, etc.): Moisés e Elias na transfiguração de Cristo; Lázaro e o rico e Abraão; Cristo e os 12 apóstolos em Apocalipse, etc.; 4) Espiritual. Submisso e controlado, harmônico e cooperador com o Espírito Santo de Deus e o espírito santificado do salvo glorificado (1Co 15.44-49), ao contrário do atual corpo (Rm 7.18,22-24; Mc 14.38; Gl 5.17); 5) Celestial (1Co 15.46-49), em contraste com o corpo atual, terrestre. Em 2Co 5.1-2 Deus nos fala de um "edifício proveniente de Deus" e "nossa morada proveniente do céu"; 6) Não limitado pelo tempo, massa, gravidade, espaço, "leis da natureza". Será como o corpo ressurreto de Cristo (Lc 24.31; Jo 20.19,26); 7) Eterno (2Co 5.1); 8) Glorioso (1Co 15.43; Rm 8.18). Semelhante ao de Cristo como visto na transfiguração (Mt 17.2) e como visto glorificado no céu (Ap 1.13-16); 9) Incorruptível, imperecível (1Co 15.42,53-54). Portanto, um corpo que permanecerá para sempre, não sujeito a doença, morte, envelhecimento e degradação; 10) Poderoso (1Co 15.43), que nunca se cansa, mas sempre faz poderosas proezas no serviço de Cristo (Ap 22.3-5).




Eternidade

1. Céu
Deus dissolverá em fogo todo o atual universo (Is 65.17; 66.22; 2Pe 3.10-13; Ap 21.1-2). A seguir, criará novo céu e nova terra. (Ap 21.1; Is 65.17; 2Pe 3.10-13). Estes novos Céus e Terra serão absolutamente perfeitos, livres do pecado e de toda sua maldição (Is 51.16; 65.17; 66.22; 2Pe 3.13; Ap 21.1-2) onde o crente terá gozo e felicidade indescritíveis, pelos séculos dos séculos (Ap 21.3-4). A Nova Jerusalém: uma cidade literal, pois possui portas, fundamentos, muralhas e ruas (Ap 21.10-23). Seus Habitantes: os crentes da Igreja (Hb 13.14) e do Velho Testamento (Hb 11.10, 15-16). Os salvos: serão para sempre livres da presença e possibilidade do pecado; terão corpos santos, imortais e glorificados, semelhantes ao de Cristo; serão perfeitos e desenvolvidos à estatura de Cristo; mas estarão ocupados não com suas perfeições, e sim, somente com a suprema glorificação do Deus tri-uno (2Pe 3.7,10,12; Ap 7:12; 21:3-4; 22:3-5).


2. Inferno
É um lugar de fogo (Lc 16.24; Mt 13.42; 25.41; Mc 9.46; Ap 20.15); é um lugar de tormento, onde seus habitantes estarão em pleno poder de suas faculdades, memoria, etc. (Lc 16.23-28; Mt 13.42); é eterno e literal (Mt 18.8; 25.41,46; Mc 8.36); o Hades e o Inferno serao lancados no Lago de Fogo, destino eterno dos perdidos de todos os tempos, sendo esta a segunda morte (Ap 20.13-15; 2Pe 2.9). Não foi preparado para o homem, mas para Satanás e os demônios (Mt 25.41).




Julgamentos e o Futuro Estado do Homem

1. Os Incrédulos 
O Grande Trono Branco: consiste da ressurreição dos ímpios de todas as épocas, depois do milênio, os quais serão julgados e condenados à morte eterna no lago de fogo, seus corpos físicos serão indestrutíveis. eternos, mas não glorificados (Jo 5.28-29; Ap 20.11-15). A base para este julgamento será a obra de cada um (Ap 20.13), sobre todos os que não estão no “livro da vida do cordeiro” (Lc 10.20; Ap 3:5; 13.8; 17.8; 21.27); de acordo com a luz que tiveram, recusa perante o evangelho (Lc 12.47-48); “os livros” da Bíblia, especialmente as palavras de Cristo (Jo 12.48). Haverão justos graus de punição, segundo a luz recebida e as obras (Mt 11.24; Lc 12.47-48; Rm 2.5-6; Ap 20.12-13). Esta é a segunda morte (Is 59.2-4; Lc 16.26; Mt 18.8; 25.46; Ap 14.10-11; 20.6,11-15; 21.8), o estágio final de purificação divina para a eternidade.


2. Os não-alcançados 
A Bíblia declara que todos são culpados diante de Deus. Não há desculpa para não ouvir a palavra de Deus. A revelação de Deus através da natureza, história, milagres e a consciência do homem testemunham que há um Deus, e que todos irão prestar contas (Rm 1.18-32). Existem diferentes graus de julgamento para aqueles que não ouviram o Evangelho, no entanto, são indesculpáveis (Rm 2.1-2; Lc 12.47-48).


3. O crente
Tribunal de Cristo: Chamado de “Bema”. O julgamento das obras dos salvos da época da Igreja (1Co 3.11-15; 4.5; 2Co 5.10; Rm 14.10-12). Será após o Arrebatamento e antes da Revelação, pois viremos com Ele (Zc 14.5; Cl 3.4); será realizado nos ares e resultando não em salvação/condenação, mas sim em recompensas e galardões (1Ts 2.19; 2Tm 4.8; Tg 1.12; Ap 2.10; 1Pe 5.1-4; Lc 19.11-28; 2Tm 2.11-12; Ap 3.21; 1Co 9.25);
Estado Eterno: os salvos estarão em completo e perpétuo gozo e sentirão indescritível felicidade eternamente (Ap 21.4). Haverá completa comunhão com Cristo (Jo 14.3; Ap 22.4). Haverá pleno conhecimento de todas as coisas (1Jo 3.2; 1Co 13.12). Haverá completa glória (2Co 4.17). Não haverá maldição (Ap 22.3a). Os salvos servirão a Deus (Ap 22.3b). E reinarão os salvos com Deus para todo o sempre: (Ap 22.5,17).


4. Os Bebês
Cada bebê ou criança que ainda não atingiu a idade de entendimento, a idade da razão, para ser capaz de discernir entre o bem e o mal irá receber a salvação eterna após a morte (2Sm 12.13-23). Há uma passagem em Ezequiel 16.21 onde Deus censura seu povo por dar a seus filhos a Moloque, fazendo-os passar através do fogo, e Ele diz, em referência a esses pequeninos: "E mataste a meus filhos, e os entregaste a elas para os fazerem passar pelo fogo." Essas crianças que morreram nos braços ardentes de Moloque eram filhos de Deus. Além disso, Jesus Cristo disse: "Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus" (Mt 19.14; Lc 18.16).


Escatologia

Ordem dos Eventos Futuros

1)O retorno do Senhor Jesus Cristo será pessoal, iminente e pré-tribulational e pré-milenial (Jo 14.3; 3.10; 1Ts 1.10; 5.9; 4.13-16; Tt 2.11-13; 2Pe 3.10-13).
2)Em duas fases: 1ª fase (o arrebatamento): terá lugar no céu, Ele vem para Sua noiva (a Igreja) (1Ts 4.16-17; Lc 17.34-36; 2Ts 2.1).
a)O Tribunal de Cristo: chamado o "Bema" (1Co 3.11-15; 4.5; 2Co 5.10; Rm 14.10-12; 1Ts 2.19; 2Tm 4.8; Tg 1.12; Ap 2.10; 3.21; 1Pe 5.1-4; Lc 19.11-28; 2Tm 2.11-12; 1Co 9.25);
b)O casamento - ceia do Cordeiro: o casamento da noiva, a igreja, com Cristo (Ap 19;1-10; Ef 5;25-27; 2Co 11;2; Jo 3;29).
3)A 2ª fase (a implantação do Reino): terá lugar na terra para julgar o mundo (Jl 3.11; Zc 14.4-5; 1Ts 3.13; Jd 14-15; Ap 1.7).
4)Entre a primeira e a segunda fase, irá ter lugar a grande tribulação, sendo que a Igreja do Senhor não terá parte neste período (1Ts 1.10; 5.9; Ap 3.10; 19.7-8,14).
5)O julgamento do Anticristo e o falso profeta (2Ts 2.8; Ap 19.11-21).
6)O julgamento das Nações (Jl 3.11-16; Mt 25.31-46; At 17.31).
7)O aprisionamento de Satanás por mil anos (Gn 3.15; Rm 16.20; Mt 8.29; Ap 20.1-7).
8)O julgamento e a salvação de Israel (Zc 14.9-11; Rm 11.1, 25-27; Sl 50.1-7; Ez 20.33-44; Ml 3.2-5; 4.1-2).
9)O milênio (Ap 20.2-3; Zc 14.9; 14.17-19; Ap 19.15).
10)O julgamento de Satanás e seus anjos (Ap 20.7-14; Jd 6; Mt 25.41; 8:29; 2Pe 2.4).
11)O grande trono branco (Jo 5.28-29; Ap 20.1-15; Lc 10.20; Ap 3.5; 13.8; 17.8; 21.27; Is 59.2-4; Lc 16.26; Mt 18.8; 25.46; Ap 14.10-11; 21.8).
12)A eternidade - o novo céu e nova terra (Is 65.17; 66.22; 2Pe 3.10-13; Ap 21.1-2).
13)A nova Jerusalém (Ap 21.10-23; Hb 13.14; 11.10, 15-16; Ap 22.3,5,17).




Separação

1. Pessoal 
Separação pessoal está envolvida em não tendo jugo desigual juntamente com os incrédulos (2 Co 6.14), não amar o mundo (1Jo 2.15-17); não ter comunhão com uma pessoa que se chama um irmão, mas vive em pecado (1Co 5.11). Separação pessoal implica viver e ser como Jesus Cristo. Quando aceitamos Cristo como nosso Senhor e Salvador, estamos separados a Deus e pessoalmente pertencemos a Deus (2Pe 2.9). Somos exortados a nos separar de irmãos que estão sendo desobedientes as Escrituras (Mt 18.15-17; 1Co 5.11; 1Tm 6.3-5; 2Ts 3.6; Rm 16.17). As Escrituras ensinam-nos que vai haver uma separação final entre os justos e os injustos (Mt 13.30, 49; 25.32; Lc 16.26; 17.34; Ap 22.15).


2. Eclesiástica
A Igreja deve ser separada do mundo (Rm 12.1-2; Tg 4.4; 1Jo 2.15), pois apesar de vivermos no mundo, não somos do mundo (Jo 17.14). Devemos nos separar dos movimentos e formas de pensamentos tais como: o movimento ecumênico, liberalismo, modernismo, neo-evangelicalismo, movimento carismático, e outros (2Co 6.14-7.1; 2Jo 10), ou qualquer forma de crença que se desvie dos fundamentos da Palavra de Deus (Rm 16.17-18; Gl 1.8-9; 1Jo 5.9; 2Jo 9-10).




Doutrinas Distintivas dos Batistas
1)A Bíblia como a única regra de fé e prática (2Tm 2.15; 3.16,17; 2Pe 1.19-21; 1Ts 2.13; 1 Tm 4.9; Sl 138.2).
2)Temos apenas dois oficiais: pastores (1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9; Fp 1.1; Ef 4.11-13; 1Co 12.28; At 20.28-32; e diáconos     (At 6.1-7; 1Tm 3.8-13; Fp 1.1).
3)Temos apenas duas ordenanças: batismo (Mt 28.18-20; Rm 6.1-4; Cl 2.12; Jo 3.23; At 8.26-39); e a ceia do             Senhor (Mt 26.26-30; 1Co 11.17-34).
4)A certeza da salvação (Jo 10.27, 1Jo 5.13; 2Tm 1.12; Jo 10.28).
5)A autonomia da Igreja Local (Mt 18.15-18; 1Co 5 e 2Co 2:5,6; Rm 16.17,18; 2Ts 3.6,14; Gl 6.1; Tt 1.10-13; 3.9-13;     1Tm 1.19,20; 5.19,20; 2Co 12.19-13.2; Tg 5.19,20; 1Jo 5.16; Hb 12.9; 2Tm 2.24-26; Lc 17.4; 1Co 6.1-11; At 4.19;     5.29; Ap 2; 3).
6)A separação entre Igreja e Estado (Mt 22.18-21;  Mc 12.14-17;  Lc 20.21-27;  At 4.19; 5.29;  1Co 6.1-11;  Rm     13.1-14).
7)O sacerdócio do crente diante de Deus (Mt 27.51; Mc 15:38; Lc 23.45; 1Co 3.13-18; Hb 6.18-20; 10.19-23; 1Pe     2.5,9; Ap 11.6; Hb 2.17,18; 4.14-16).
8)Cristo é a cabeça da igreja (Ef 1.23; 5.23; Mt 28.20; Jo 1;3,14; 14;16,17; At 1;11; 4;12; Gl 4;4,5; Rm 8.1-3; 1Co     11.3; 15.24-28; Fp 2.1-11; 1Tm 2.4; 1Pe 2.21-25).
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